Sonhos de uma Noite de Verão

 

Morrigan é a patrona das Sacerdotisas e das Bruxas. Rege nossas batalhas internas, quando parte de nós tem de morrer para que a outra parte sobreviva. É implacável e severa, mas tem a sabedoria do tempo.

 

Tácita é a Deusa do Silêncio e da Virtude da mitologia romana, protege contra os perigos da inveja e das palavras maliciosas que carregam considerável energia negativa.

 

Nanny Blue é uma pequena fada galesa. Dizem que a noite ela pode entrar em nossos sonhos e nos presentear com mensagens reveladoras e fantásticas.

 

Nut é a Deusa do Céu na mitologia egípcia. É a guardiã das estrelas.

 

Felicitas, Deusa romana da sorte e da fortuna.

 

Thor, o Deus dos Raios e dos Trovões, filho preferido de Odhin.

 

 Baba Yaga é intrépida Deusa da Morte e renovação, a hora em que é preciso morrer para renascer, é o sacrifício da semente para o nascimento da flor.

 

Apolo é o Deus das Artes e Poesia da mitologia greco-romana, também é conhecido como o Deus Sol e está intimamente ligado à vegetação e à Natureza.

 

Grande Deus dos Oceanos. Posêidon representa o poder sobre as águas, o domínio do lado oculto do nosso ser.

 

Mawu, Deusa Suprema, criadora de Todas as Coisas.  Tem o dom da profecia e muitas vezes se utiliza de  sonhos para enviar mensagens .

 

Radha é a Deusa hindu do amor, amante de Krishna. O amor entre eles foi imortalizado em inúmeros poemas hindus, que até hoje são a maior representação da perfeita união.

 

Asase Yaa, a Deusa da Terra do povo Ashanti, na África. Ela era a criadora da humanidade e condutora de seus atos até a morte, invocadora nos momentos de plantio.

 

Tonantzin, Deusa Mãe dos Astecas, é a guardiã da Terra.

 

Júpiter, Juno e Minerva, respectivamente os senhores da Prosperidade, Poder e Sabedoria.

 

Ostara como em Mabon...

 

Aibell, "A encantadora", regente do Sidbe. a Fada da Beleza e das Artes, e Protetora de todos os Músicos e Bardos.

 

Athena, a grande Deusa da Sabedoria.

 

Heimdall, Deus nórdico das artes mágicas e Guardião de Byfrost, a ponte do arco-íris.

 

 

Amor Inexprimível!

 

I tried to talk to the Lord

I tried to make that phone call

I had been so lonely and lost

I had been so down by law

 

He tried to take my soul away

I cried for U with all my heart

I tried to talk to the Lord

I tried to make that phone call

 

 

No expectations.

None, whatsoever.

 

(…) Saber que não se escreve para o outro, saber que as coisas que vou escrever não me farão nunca amado por aquele que amo, saber que a escritura não compensa nada, não sublima nada, que ela está precisamente “ai onde você não está” – é o começo da escritura.

 

 

 

Intelectual uma porra! Ouço The Donnas.

Nada aqui é dramático.

Nem temático, dizer a verdade.

 

Essa escrita é vômito.

Palavras que são os restos mal digeridos de tudo enfiado goela abaixo.  

So, do you wanna get heavy?

 

Não posso “me escrever”. Qual é esse eu que se escreveria? À medida que ele fosse entrando na escritura, a escritura o esvaziaria, o tornaria vão: produzir-se-ia uma degradação progressiva, na qual a imagem do outro seria também pouco a pouco arrastada (escrever sobre alguma coisa é destruí-la), um desgosto cuja conclusão só poderia ser: para quê? (...)

 

Can U Hear Me, Ma Lord?!?!?!

 

Muitas vezes o que buscam e encontram é um objeto de amor. Não essa pessoa nua e crua, e sim a singela idéia dela.  

Só.

Nada mais. Uma paixão infindável por estar apaixonado e amando.

Mas se ama a idéia de amor, transfere-se à alguém e daí temos tudo isso.

 

Somewhere between dog & wolf.

 

All the things we hide. Closing our eyes gently in the confort of our own ideal ideas. These are our glasses. Dogmas.

 

Saudade de quando não lembrava dos sonhos.

Sonho e sonho. Em cores, preto e branco... blured.

 

 

O porvir.

Farei tudo diferente. Nada novamente.

 

Sim, o porvir.

 

volume 2

  

 

Língua tirana, maléfica. Obriga que eu diga o que falo da forma como o faço. Aos diabos a gramática e sintaxe.

Soren K. abriu os (meus) olhos dessa cegueira chamada linguagem.

A música, pintura, dança... qualquer coisa é menos autoritária e estúpida que as palavras. Damn it. Que meio ingrato!  Aos diabos com toda a dialética.

Quero apenas me embriagar. E dormir.

 

 

Tudo vale a pena se a alma não é pequena?

Francamente, Pessoa.

Dá-me mais vinho que a vida é nada, babe.

 

 

I am human fly & I don’t know why…

 

 

 

 

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